Livros por Categoria
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O Nadador de Auschwitz
R$59,90Uma história real de superação e resiliência “Uma narrativa sóbria e emocionante, O nadador de Auschwitz conta a vida e as provações de um sobrevivente da Shoah.” Le Figaro Littéraire Entre os milhões de pessoas perseguidos pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, contavam-se muitos esportistas, inclusive célebres campeões em suas modalidades. Foi o caso de Alfred Nakache (1915-1983), homem judeu nascido na Argélia que defendeu a bandeira francesa nos Jogos Olímpicos de 1936, tornou-se recordista mundial, foi deportado para Auschwitz, sobreviveu ao Holocausto e voltou a competir, participando inclusive das Olimpíadas de 1948, em Londres. Eis a verdadeira, comovente e necessária história de Nakache, um dos únicos dois atletas judeus que voltaram a competir em Jogos Olímpicos após saírem vivos do inferno dos campos de extermínio. Uma lição de história e de superação. -
Um Corpo na Biblioteca - HQ
R$59,90No pacato interior da Inglaterra, os Bantry acordam em sua bela mansão e se deparam com o corpo de uma jovem e desconhecida mulher na biblioteca. Ela está usando um vestido de festa provocante, tem o rosto machucado e aparentemente foi estrangulada. Mas quem é ela? Como chegou até ali? Dorothy Bantry chama sua amiga Miss Marple para resolver o mistério antes que as más línguas coloquem em risco sua reputação e a do marido. Miss Marple é uma das mais amadas criações de Agatha Christie, a Rainha do Crime. Vivendo em um aparentemente pacato vilarejo inglês, usa de toda sua sensibilidade para resolver mistérios terríveis. Como gosta de dizer, “a natureza humana é igual em toda parte”. -
Suíte Tóquio
R$59,90É uma manhã qualquer quando Maju atravessa a praça ao lado de Cora. Puxando a garota pelo braço, ela passa sorrateiramente pelo exército branco, sobe a avenida, pega um ônibus e desaparece. Exército branco foi o nome que Fernanda, mãe de Cora, deu às babás que todos os dias lotam a praça daquele bairro de classe alta com as crianças de seus patrões. Nos últimos tempos, no entanto, a babá e a filha parecem tão anônimas para Fernanda quanto as outras. Afundada numa crise pessoal, ela demora a perceber que Maju e Cora sumiram sem dar notícias. Ao longo do dia, tudo vai desabando. De um lado, Fernanda lida com o fracasso de seu casamento. Apaixonada por uma diretora com quem trabalhou num projeto cinematográfico, ela deixa a relação com o marido definhar. Quer distância de Cacá, mas conforme os primeiros telefonemas aflitos para a babá vão se transformando em desespero, se vê de novo afundando naquele universo. Enquanto isso, Maju vai até a rodoviária e desaparece num ônibus com Cora. Em meio a motéis imundos e paradas insólitas, põe em ação seu plano, que imediatamente sai do controle. Neste romance pé na estrada, Giovana Madalosso coloca para girar, com força e fluidez, a vida dessas personagens que parecem eternamente em busca — de ternura, redenção, sexo, qualquer coisa que possa movê-las de onde estão. O sequestro de Cora abala as engrenagens do passado e do presente, do desejo e do ressentimento, e a procura desesperada que se segue é também um doloroso acerto de contas com a vida e as expectativas que construímos. Suíte Tóquio é um romance vertiginoso e tragicômico que fala daquele lugar tênue entre o que as pessoas querem ser e o que de fato são. -
O Mistério Henri Pick - Romance
R$59,90"Na França, um excêntrico bibliotecário compõe um curioso acervo: o de manuscritos recusados e jamais publicados por casas editoriais. Entre esses textos enjeitados, uma jovem editora encontra por acaso um tesouro esquecido, As últimas horas de uma história de amor, escrito por um certo Henri Pick. Ela sai à sua procura e descobre que ele morreu dois anos antes. E a viúva garante que Pick nunca escreveu nada além de listas de compras... Cercado por essa atmosfera nebulosa, o romance é lançado e toma a cena literária de assalto, alterando o curso da vida de várias pessoas. Mas o mistério acerca dessa improvável obra de arte está apenas começando. Sarcástico, borgiano e vertiginoso, O mistério Henri Pick desnuda para o leitor os bastidores da indústria do livro ao mesmo tempo em que reflete sobre a natureza da escrita, da arte e da existência humana. “Um livro leve, engraçado e erudito: um deleite.” The Guardian" -
Em Defesa da Dieta Cetogênica
R$59,90“Aqueles que se sentem condenados a viver com sobrepeso fariam bem em digerir todas as palavras do livro de Gary Taubes [...]. Pode significar uma mudança de vida para muitos.” The Guardian “Taubes ilumina nossa relação alimentar com gorduras e carboidratos e o que isso pode ter a ver com índices crescentes de obesidade, diabetes, aterosclerose, doenças cardíacas, câncer e até mesmo demência.” Medscape “O trabalho de Gary Taubes mudou nossa percepção sobre a alimentação.” Gretchen Rubin, autora de The Happiness Project “Este é o livro que todos os profissionais da saúde devem ler para entender a obesidade e a diabetes e como tratá-las.” Kevin Fontaine, professor da Escola de Saúde Pública da Universidade de Alabama A pós um século de concepções equivocadas sobre dieta, controle de peso e saúde, Em defesa da dieta cetogênica revoluciona o modo de pensar o nosso organismo. Coloca em xeque ideias preconcebidas acerca da alimentação e prevenção das doenças que mais matam hoje, e mostra por que a dieta cetogênica (pobre em carboidratos e rica em gorduras) é a chave para se perder peso – de uma vez por todas. Como perder peso definitivamente Coma menos, gaste mais energia: um mantra conhecido como o segredo para uma vida saudável, do qual poucos discordariam. Por trás dessa orientação, estão dogmas sobre ingestão calórica e gasto de energia que tomaram o mundo – e a academia – a partir da década de 1950. E, no entanto, nunca a obesidade e a diabetes, duas das principais doenças ligadas à alimentação, foram tão prevalentes. Essa receita para uma vida saudável vem deixando na mão boa parte da população, que simplesmente não consegue se manter magra. O que está acontecendo? Gary Taubes, jornalista investigativo americano, autor de vários best-sellers sobre saúde e alimentação, pesquisou durante vinte anos este enigma. Entrevistou mais de uma centena de profissionais da saúde, experimentou na própria pele a dificuldade de perder peso e manter-se em forma (mesmo passando fome e se exercitando) e nos brinda aqui com um verdadeiro manifesto para a luta do século XXI contra a obesidade e a diabetes. O autor mostra que a culpabilização, tão presente em nossa sociedade, resulta dos cientistas acreditarem erroneamente que engordamos porque consumimos mais energia do que gastamos – e que aqueles que engordam facilmente não têm força de vontade. Na verdade, engordamos em função dos nossos hormônios, e manter baixos nossos níveis de insulina é a única maneira para perder peso definitivamente. Em defesa da dieta cetogênica coloca na correta perspectiva histórica e científica o movimento dessa dieta pobre em carboidrato e rica em gordura que se populariza cada vez mais. Esclarece concepções errôneas fundamentais (não, as pessoas não se tornam gordas simplesmente porque comem demais) e fornece conselhos práticos a partir da experiência clínica coletada junto da comunidade médica, que tem experienciado resultados extraordinários com pacientes que deixam de comer carboidratos. Esta leitura revolucionária oferece esperança a qualquer um que queira perder peso, prevenir ou reverter diabetes tipo 2, resistência insulínica ou obesidade – bem como a qualquer pessoa que deseje comer de forma mais saudável – e vai mudar nossa relação com a comida para sempre. -
Filha da fortuna
R$59,90Edição com nova capa de um dos maiores clássicos da autora do best-seller A casa dos espíritos. Abandonada ainda bebê no Chile do século XIX, Eliza Sommers foi criada por uma prestigiosa família inglesa em Valparaíso, onde se apaixonou por Joaquín Andieta, um dos empregados do tio adotivo. A descoberta de ouro na Califórnia em 1849 mobiliza metade do país, que não hesita em içar velas e correr atrás da fortuna — inclusive Joaquín, que lhe promete um casamento tão logo volte com os bolsos cheios de ouro. -
Ela se Chama Rodolfo
R$59,90Murilo acaba de se mudar para um apartamento no qual a antiga moradora, Francesca, deixou uma tartaruga. Seguindo ordens recebidas por e-mail, tenta entregar o animal por meia Porto Alegre. A peregrinação parece inocente, mas a escritora Julia Dantas sabe que não há nada mais radical e transformador do que o encontro entre pessoas, quando minimamente desarmadas. Comovente, espirituoso, inesperado, o segundo romance da autora é narrado de forma tão firme que poderia ser utilizado em aulas sobre como contar uma história, criar cenas perfeitas, compor um personagem. Como as vias que o protagonista percorre na cidade, a jornada é sinuosa e cheia de ladeiras. Em embates com a morte, a doença e o fim dos relacionamentos, os personagens se abrem em suas vulnerabilidades, conflitos e anseios. Assim, ensaiam arranhar a couraça de dinâmicas de opressão, especialmente relacionadas a gênero. -
Cartas a uma negra
R$59,90A antilhana Françoise Ega trabalhava em casas de família em Marselha, na França. Um de seus pequenos prazeres era ler a revista Paris Match, na qual deparou com um texto sobre Carolina Maria de Jesus e seu Quarto de despejo. Identificou-se prontamente. E passou a escrever "cartas" — jamais entregues — à autora brasileira. Nelas, relatava seu cotidiano de trabalho e exploração na França, as dificuldades, a injustiça nas relações sociais, a posição subalterna (e muitas vezes humilhante) a que eram relegadas tantas mulheres como ela, de pele negra e originárias de uma colônia francesa no Caribe. Aos poucos, foi se conscientizando e passou a lutar por seus direitos. Quando morreu, em 1976, era um nome importante na sociedade civil francesa. Cartas a uma negra, publicado postumamente, é um dos documentos literários mais significativos e tocantes sobre a exploração feminina e o racismo no século XX. Concebido como um conjunto de cartas, datadas entre 1962 e 1964, o texto vai ganhando profundidade e variedade estilística à medida que a autora mergulha no processo de escrita — a ponto de o livro poder ser lido como um romance. Entre seus personagens, além das babás, empregadas domésticas e faxineiras, estão também as autoritárias (e tacanhas) patroas e seus filhos mimados. A tensão principal se dá na relação entre patroas e empregadas: a atitude imperial de umas e a completa falta de direitos das outras. São histórias por vezes chocantes de trabalhadoras sem acesso a saúde, férias ou mesmo a uma moradia minimamente confortável. Tudo isso é relatado de forma pungente e expressiva, tendo como "leitora ideal" a escritora brasileira, que, ao longo de sua trajetória, teve experiências semelhantes. Pois ambas, Ega e Carolina, lutaram pelo mais básico: a dignidade na vida e na literatura. -
Adultos
R$59,90Pré-Venda para 25/10/2021 Adultos, novo romance de Marian Keys, conta a história dos Casey: Uma família perfeita (só que não). Eles sabem bem como manter as aparências, mas quando um acidente acontece e todos os segredos da família são revelados, finalmente chega a hora de encarar a verdade. Johnny Casey, seus dois irmãos, Ed e Liam, suas lindas e talentosas esposas e seus filhos passam bastante tempo juntos - festas de aniversário, celebrações de bodas, viagens nos feriados. E são uma família feliz. Pelo menos Jessie, esposa de Johnny - e também a mais rica de todos -, pode jurar que eles são, sim.Mas basta chegar um pouco mais perto para sentir o cheiro da farsa. Enquanto uns não se suportam, outros se gostam um pouco demais da conta...Apesar disso, a ordem familiar segue inabalada, até que Cara, esposa de Ed, sofre uma concussão e se torna incapaz de guardar para si o que pensa. Basta um comentário descuidado na festa de aniversário de Johnny, com todo mundo presente, para Cara começar a vomitar todos os segredos cabeludos da família perfeitaDepois de lavar a roupa suja, os Casey sentem que é chegada a hora de finalmente encarar a realidade, e apenas uma pergunta passa a ocupar os pensamentos dos adultos da família: será que não está na hora de crescer?Adultos é o mais novo, mais divertido e mais engraçado romance de Marian Keyes, autora do best-seller internacional Melancia. “Eu amei cada palavra. Vou sentir falta desses personagens maravilhosos e inesquecíveis por muito, muito tempo.” - Liane Moriarty“Personagens complexos, confusos e perdidos que me fizeram lembrar que poucas pessoas conseguem de fato ter algum controle da própria vida.” - Jojo Moyes“Vidas magnificamente complicadas genialmente descomplicadas. Engraçado, doce e completamente envolvente!” - Graham Norton -
Jejum - uma nova terapia?
R$59,90E se o jejum for um método simples e eficaz para tratar vários males? Eis uma pergunta provocativa, até mesmo escandalosa para aqueles que defendem os dogmas médicos e científicos. Porém, desde o dr. Henry Tanner, que jejuou durante quarenta dias em 1880 sob o escrutínio de seus colegas, até o biólogo americano Valter Longo, que atualmente aplica a técnica do jejum em ratos cancerosos com resultados surpreendentes, estudos sobre o tema são numerosos. No entanto, poucos sabem que, por exemplo, pesquisadores e médicos russos, desde os anos 1950, curaram milhares de pacientes com o auxílio de técnicas de jejum.É este resgate histórico que Thierry de Lestrade faz neste livro incrivelmente bem documentado, fruto de uma longa pesquisa para um documentário francês de mesmo nome. Jejuar é perigoso? Quais as estratégias de jejum? É possível medir seus efeitos? Qual sua ação sobre células cancerosas? A todas essas questões e a muitas outras os pesquisadores forneceram respostas muitas vezes surpreendentes. O que vemos, então, é uma história da medicina na qual o jejum já foi praxe, mas que atualmente privilegia uma visão de corpo humano como um mero conjunto de peças intercambiáveis, em detrimento de abordagens mais globais e sistêmicas. Mesmo em países ocidentais desenvolvidos, a medicina moderna enfrenta vários limites. Face a essa constatação, a prática do jejum, tão antiga, surge como uma possível nova terapia. E, de quebra, em uma cultura materialista, gulosa e consumista ao extremo, o renascimento do jejum coloca uma questão paradoxal: Menos pode ser mais?