Livros por Categoria
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O Mistério Henri Pick - Romance
R$59,90"Na França, um excêntrico bibliotecário compõe um curioso acervo: o de manuscritos recusados e jamais publicados por casas editoriais. Entre esses textos enjeitados, uma jovem editora encontra por acaso um tesouro esquecido, As últimas horas de uma história de amor, escrito por um certo Henri Pick. Ela sai à sua procura e descobre que ele morreu dois anos antes. E a viúva garante que Pick nunca escreveu nada além de listas de compras... Cercado por essa atmosfera nebulosa, o romance é lançado e toma a cena literária de assalto, alterando o curso da vida de várias pessoas. Mas o mistério acerca dessa improvável obra de arte está apenas começando. Sarcástico, borgiano e vertiginoso, O mistério Henri Pick desnuda para o leitor os bastidores da indústria do livro ao mesmo tempo em que reflete sobre a natureza da escrita, da arte e da existência humana. “Um livro leve, engraçado e erudito: um deleite.” The Guardian" -
Mulherzinhas
R$59,90Mulherzinhas Há pouco mais de 150 anos, a escritora Louisa May Alcott recebeu a tarefa de escrever um relato voltado para jovens leitoras. Não precisou ir muito longe em busca de inspiração: sua família e esse mundo próprio da Nova Inglaterra em tempos de Guerra de Secessão lhe serviram. Nem de longe ela imaginava o impacto que esse livro, Little Women, seu título original, acabaria causando. Traduções para mais de cinquenta idiomas, vários filmes, quase uma dúzia de adaptações para televisão, peças de teatro e musicais da Broadway, uma ópera, muitos trabalhos acadêmicos e um número incontável de reimpressões em todos os formatos possíveis. E a conta só aumenta. As edições comemorativas se multiplicaram por todo o mundo para celebrar esse aniversário significativo. Há pouco tempo, a prestigiosa BBC estreou uma nova minissérie e está prestes a chegar às telas outra grande versão cinematográfica protagonizada por Meryl Streep, Emma Watson e Laura Dern. -
Deus com Humor
R$59,90O livro Histórias de Alice - O despertar da adolescência aborda o ponto da mudança, a transmutação para a adolescência de uma singela garotinha, do qual os pensamentos de criança viram mais complexos. No Livro, Alice descreve seus anseios, o cotidiano e sobre seu futuro. De maneira descontraída, mas profunda para sua idade, a autora relata suas motivações, pensamentos ponto de vista e reflexões de forma bem elaborada, prendendo a atenção do leitor. -
Ela se Chama Rodolfo
R$59,90Murilo acaba de se mudar para um apartamento no qual a antiga moradora, Francesca, deixou uma tartaruga. Seguindo ordens recebidas por e-mail, tenta entregar o animal por meia Porto Alegre. A peregrinação parece inocente, mas a escritora Julia Dantas sabe que não há nada mais radical e transformador do que o encontro entre pessoas, quando minimamente desarmadas. Comovente, espirituoso, inesperado, o segundo romance da autora é narrado de forma tão firme que poderia ser utilizado em aulas sobre como contar uma história, criar cenas perfeitas, compor um personagem. Como as vias que o protagonista percorre na cidade, a jornada é sinuosa e cheia de ladeiras. Em embates com a morte, a doença e o fim dos relacionamentos, os personagens se abrem em suas vulnerabilidades, conflitos e anseios. Assim, ensaiam arranhar a couraça de dinâmicas de opressão, especialmente relacionadas a gênero. -
Cartas a uma negra
R$59,90A antilhana Françoise Ega trabalhava em casas de família em Marselha, na França. Um de seus pequenos prazeres era ler a revista Paris Match, na qual deparou com um texto sobre Carolina Maria de Jesus e seu Quarto de despejo. Identificou-se prontamente. E passou a escrever "cartas" — jamais entregues — à autora brasileira. Nelas, relatava seu cotidiano de trabalho e exploração na França, as dificuldades, a injustiça nas relações sociais, a posição subalterna (e muitas vezes humilhante) a que eram relegadas tantas mulheres como ela, de pele negra e originárias de uma colônia francesa no Caribe. Aos poucos, foi se conscientizando e passou a lutar por seus direitos. Quando morreu, em 1976, era um nome importante na sociedade civil francesa. Cartas a uma negra, publicado postumamente, é um dos documentos literários mais significativos e tocantes sobre a exploração feminina e o racismo no século XX. Concebido como um conjunto de cartas, datadas entre 1962 e 1964, o texto vai ganhando profundidade e variedade estilística à medida que a autora mergulha no processo de escrita — a ponto de o livro poder ser lido como um romance. Entre seus personagens, além das babás, empregadas domésticas e faxineiras, estão também as autoritárias (e tacanhas) patroas e seus filhos mimados. A tensão principal se dá na relação entre patroas e empregadas: a atitude imperial de umas e a completa falta de direitos das outras. São histórias por vezes chocantes de trabalhadoras sem acesso a saúde, férias ou mesmo a uma moradia minimamente confortável. Tudo isso é relatado de forma pungente e expressiva, tendo como "leitora ideal" a escritora brasileira, que, ao longo de sua trajetória, teve experiências semelhantes. Pois ambas, Ega e Carolina, lutaram pelo mais básico: a dignidade na vida e na literatura. -
O Savoir-Vivre é um jogo
R$59,90Neste livro você encontrará várias reflexões sobre comportamento para os dias de hoje. O savoir-vivre é um jogo pode ser uma ferramenta de segurança e enriquecimento para o convívio social. Você sabe preparar uma mesa à francesa? Quais são os segredos de um jantar elegante entre amigos? Qual postura adotar em uma entrevista de emprego? Como discordar de alguém sem agredir? Quais erros devem ser evitados em um encontro a dois? E de onde vem a polidez que tanto prezamos? Geneviève d’Angenstein conhece perfeitamente os códigos do savoir-vivre. Ela os estudou e os praticou em diversos países, frequentando círculos internacionais. Como uma perfeita anfitriã, ela nos orienta neste livro descontraído e prático que se destina a todo mundo. Ilustrações de Inès de Chefdebien. -
Jejum - uma nova terapia?
R$59,90E se o jejum for um método simples e eficaz para tratar vários males? Eis uma pergunta provocativa, até mesmo escandalosa para aqueles que defendem os dogmas médicos e científicos. Porém, desde o dr. Henry Tanner, que jejuou durante quarenta dias em 1880 sob o escrutínio de seus colegas, até o biólogo americano Valter Longo, que atualmente aplica a técnica do jejum em ratos cancerosos com resultados surpreendentes, estudos sobre o tema são numerosos. No entanto, poucos sabem que, por exemplo, pesquisadores e médicos russos, desde os anos 1950, curaram milhares de pacientes com o auxílio de técnicas de jejum.É este resgate histórico que Thierry de Lestrade faz neste livro incrivelmente bem documentado, fruto de uma longa pesquisa para um documentário francês de mesmo nome. Jejuar é perigoso? Quais as estratégias de jejum? É possível medir seus efeitos? Qual sua ação sobre células cancerosas? A todas essas questões e a muitas outras os pesquisadores forneceram respostas muitas vezes surpreendentes. O que vemos, então, é uma história da medicina na qual o jejum já foi praxe, mas que atualmente privilegia uma visão de corpo humano como um mero conjunto de peças intercambiáveis, em detrimento de abordagens mais globais e sistêmicas. Mesmo em países ocidentais desenvolvidos, a medicina moderna enfrenta vários limites. Face a essa constatação, a prática do jejum, tão antiga, surge como uma possível nova terapia. E, de quebra, em uma cultura materialista, gulosa e consumista ao extremo, o renascimento do jejum coloca uma questão paradoxal: Menos pode ser mais? -
O Método Siciliano
R$59,90uma investigação do comissário Montalbano "Na Sicília, nem as artes dramáticas estão a salvo da violência Neste romance, que é o antepenúltimo da série com o célebre comissário Salvo Montalbano, Andrea Camilleri visita, como em poucas obras suas, um universo que lhe era caro e familiar: o teatro e as artes cênicas. Tendo trabalhado com teatro e lecionado direção, Camilleri está à vontade neste romance tragicômico. Aqui o patético da vida humana e da velhice é minuciosamente tecido com a violência social e doméstica tão presente na Sicília e com a imorredoura vontade de viver que muitas vezes leva as pessoas a ações tresloucadas. Mimì Augello, auxiliar de Montalbano, descobre por acaso um cadáver jazendo pacificamente no quarto de um apartamento. Quando a força policial para lá retorna oficialmente, é como se o cadáver tivesse desaparecido num passe de mágica. Em seguida, outro corpo surge, morto por esfaqueamento: o de Carmelo Catalanotti, usurário que dirigia uma companhia de teatro amador com métodos de direção de atores mais do que questionáveis. Estarão as duas mortes relacionadas? Dramaturgia e realidade se fundem, cadáveres podem desaparecer como numa pantomima e uma colega de trabalho faz com que o comissário sinta um desejo e uma paixão há muito adormecidos – tudo isso em uma narrativa vertiginosa e magistral, digna das melhores obras do autor." -
Educar Hoje uma Urgência
R$59,90Este livro propõe uma reflexão que ajudará cada um a indagar sobre o sentido da missão dos pais e sobre as verdadeiras necessidades da criança. Quando nossos filhos saem dos trilhos, precisamos fazer as verdadeiras perguntas. Nem tudo se explica pelas condições sociais. E o amor não basta! E se a causa do mal estivesse numa carência de reflexão sobre o que deve ser a educação de nossos filhos? De fato, a vida em sociedade exige que cada um de nós se curve a certas regras e as faça suas. Esse é o princípio de toda educação. E dele nos afastamos singularmente. Mas, antes de qualquer coisa, é preciso saber o que é uma criança, do que ela realmente precisa para se tornar adulta, como se comportar com ela. E sobretudo como, desde os primeiros anos, que são decisivos, exercer da melhor maneira possível o difícil ofício de ser pai, de ser mãe. -
Paris dos escritores americanos
R$59,90"Paris dos escritores americanos “A cada viagem que faço, é sempre a Paris que sonho retornar,” Henry Miller “Temos uma saudade terrível de Paris,” Ernest Hemingway “[Paris e a França constituíam] o pano de fundo natural para a arte e a literatura do século XX,” Gertrude Stein Por que tantos escritores americanos, entre os melhores de sua geração, se exilaram em Paris no período entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial? Como era a vida cotidiana, social e intelectual na capital francesa? O que encontraram lá, que não havia no outro lado do Atlântico? Estas são algumas das perguntas de que trata a presente obra, Ralph Schor, historiador especialista em história contemporânea, relata como era a capital francesa aos olhos dos escritores norte-americanos que lá buscaram abrigo, E também aos olhos de outros artistas e intelectuais que participaram dessa efervescência cultural, como o irlandês James Joyce e a francesa Anaïs Nin, A Cidade Luz é revelada em todo seu esplendor humanista e inovador, como um laboratório para as vanguardas do mundo todo."