Livros por Categoria
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Justiça - O Que é fazer a Coisa Certa
R$59,90Michael J. Sandel nasceu em Minneapolis em 1953 e é um dos mais importantes filósofoa de sua geração. Há cerca de duas décadas leciona, na Universidade de Harvard, o famoso curso “Justice”, pelo qual já passaram mais de 15 mil alunos. Uma versão resumida da gravação de um de seus cursos tornou-se uma série de 12 episódios, Justice: What’s the Right Thing to Do?, coprodução da emissora WGBH e da Universidade de Harvard. Os episódios estão disponíveis em www.justiceharvard.org. -
Mulherzinhas
R$59,90Mulherzinhas Há pouco mais de 150 anos, a escritora Louisa May Alcott recebeu a tarefa de escrever um relato voltado para jovens leitoras. Não precisou ir muito longe em busca de inspiração: sua família e esse mundo próprio da Nova Inglaterra em tempos de Guerra de Secessão lhe serviram. Nem de longe ela imaginava o impacto que esse livro, Little Women, seu título original, acabaria causando. Traduções para mais de cinquenta idiomas, vários filmes, quase uma dúzia de adaptações para televisão, peças de teatro e musicais da Broadway, uma ópera, muitos trabalhos acadêmicos e um número incontável de reimpressões em todos os formatos possíveis. E a conta só aumenta. As edições comemorativas se multiplicaram por todo o mundo para celebrar esse aniversário significativo. Há pouco tempo, a prestigiosa BBC estreou uma nova minissérie e está prestes a chegar às telas outra grande versão cinematográfica protagonizada por Meryl Streep, Emma Watson e Laura Dern. -
Deus com Humor
R$59,90O livro Histórias de Alice - O despertar da adolescência aborda o ponto da mudança, a transmutação para a adolescência de uma singela garotinha, do qual os pensamentos de criança viram mais complexos. No Livro, Alice descreve seus anseios, o cotidiano e sobre seu futuro. De maneira descontraída, mas profunda para sua idade, a autora relata suas motivações, pensamentos ponto de vista e reflexões de forma bem elaborada, prendendo a atenção do leitor. -
Cartas a uma negra
R$59,90A antilhana Françoise Ega trabalhava em casas de família em Marselha, na França. Um de seus pequenos prazeres era ler a revista Paris Match, na qual deparou com um texto sobre Carolina Maria de Jesus e seu Quarto de despejo. Identificou-se prontamente. E passou a escrever "cartas" — jamais entregues — à autora brasileira. Nelas, relatava seu cotidiano de trabalho e exploração na França, as dificuldades, a injustiça nas relações sociais, a posição subalterna (e muitas vezes humilhante) a que eram relegadas tantas mulheres como ela, de pele negra e originárias de uma colônia francesa no Caribe. Aos poucos, foi se conscientizando e passou a lutar por seus direitos. Quando morreu, em 1976, era um nome importante na sociedade civil francesa. Cartas a uma negra, publicado postumamente, é um dos documentos literários mais significativos e tocantes sobre a exploração feminina e o racismo no século XX. Concebido como um conjunto de cartas, datadas entre 1962 e 1964, o texto vai ganhando profundidade e variedade estilística à medida que a autora mergulha no processo de escrita — a ponto de o livro poder ser lido como um romance. Entre seus personagens, além das babás, empregadas domésticas e faxineiras, estão também as autoritárias (e tacanhas) patroas e seus filhos mimados. A tensão principal se dá na relação entre patroas e empregadas: a atitude imperial de umas e a completa falta de direitos das outras. São histórias por vezes chocantes de trabalhadoras sem acesso a saúde, férias ou mesmo a uma moradia minimamente confortável. Tudo isso é relatado de forma pungente e expressiva, tendo como "leitora ideal" a escritora brasileira, que, ao longo de sua trajetória, teve experiências semelhantes. Pois ambas, Ega e Carolina, lutaram pelo mais básico: a dignidade na vida e na literatura. -
O Savoir-Vivre é um jogo
R$59,90Neste livro você encontrará várias reflexões sobre comportamento para os dias de hoje. O savoir-vivre é um jogo pode ser uma ferramenta de segurança e enriquecimento para o convívio social. Você sabe preparar uma mesa à francesa? Quais são os segredos de um jantar elegante entre amigos? Qual postura adotar em uma entrevista de emprego? Como discordar de alguém sem agredir? Quais erros devem ser evitados em um encontro a dois? E de onde vem a polidez que tanto prezamos? Geneviève d’Angenstein conhece perfeitamente os códigos do savoir-vivre. Ela os estudou e os praticou em diversos países, frequentando círculos internacionais. Como uma perfeita anfitriã, ela nos orienta neste livro descontraído e prático que se destina a todo mundo. Ilustrações de Inès de Chefdebien. -
Ela se Chama Rodolfo
R$59,90Murilo acaba de se mudar para um apartamento no qual a antiga moradora, Francesca, deixou uma tartaruga. Seguindo ordens recebidas por e-mail, tenta entregar o animal por meia Porto Alegre. A peregrinação parece inocente, mas a escritora Julia Dantas sabe que não há nada mais radical e transformador do que o encontro entre pessoas, quando minimamente desarmadas. Comovente, espirituoso, inesperado, o segundo romance da autora é narrado de forma tão firme que poderia ser utilizado em aulas sobre como contar uma história, criar cenas perfeitas, compor um personagem. Como as vias que o protagonista percorre na cidade, a jornada é sinuosa e cheia de ladeiras. Em embates com a morte, a doença e o fim dos relacionamentos, os personagens se abrem em suas vulnerabilidades, conflitos e anseios. Assim, ensaiam arranhar a couraça de dinâmicas de opressão, especialmente relacionadas a gênero. -
O Método Siciliano
R$59,90uma investigação do comissário Montalbano "Na Sicília, nem as artes dramáticas estão a salvo da violência Neste romance, que é o antepenúltimo da série com o célebre comissário Salvo Montalbano, Andrea Camilleri visita, como em poucas obras suas, um universo que lhe era caro e familiar: o teatro e as artes cênicas. Tendo trabalhado com teatro e lecionado direção, Camilleri está à vontade neste romance tragicômico. Aqui o patético da vida humana e da velhice é minuciosamente tecido com a violência social e doméstica tão presente na Sicília e com a imorredoura vontade de viver que muitas vezes leva as pessoas a ações tresloucadas. Mimì Augello, auxiliar de Montalbano, descobre por acaso um cadáver jazendo pacificamente no quarto de um apartamento. Quando a força policial para lá retorna oficialmente, é como se o cadáver tivesse desaparecido num passe de mágica. Em seguida, outro corpo surge, morto por esfaqueamento: o de Carmelo Catalanotti, usurário que dirigia uma companhia de teatro amador com métodos de direção de atores mais do que questionáveis. Estarão as duas mortes relacionadas? Dramaturgia e realidade se fundem, cadáveres podem desaparecer como numa pantomima e uma colega de trabalho faz com que o comissário sinta um desejo e uma paixão há muito adormecidos – tudo isso em uma narrativa vertiginosa e magistral, digna das melhores obras do autor." -
Jejum - uma nova terapia?
R$59,90E se o jejum for um método simples e eficaz para tratar vários males? Eis uma pergunta provocativa, até mesmo escandalosa para aqueles que defendem os dogmas médicos e científicos. Porém, desde o dr. Henry Tanner, que jejuou durante quarenta dias em 1880 sob o escrutínio de seus colegas, até o biólogo americano Valter Longo, que atualmente aplica a técnica do jejum em ratos cancerosos com resultados surpreendentes, estudos sobre o tema são numerosos. No entanto, poucos sabem que, por exemplo, pesquisadores e médicos russos, desde os anos 1950, curaram milhares de pacientes com o auxílio de técnicas de jejum.É este resgate histórico que Thierry de Lestrade faz neste livro incrivelmente bem documentado, fruto de uma longa pesquisa para um documentário francês de mesmo nome. Jejuar é perigoso? Quais as estratégias de jejum? É possível medir seus efeitos? Qual sua ação sobre células cancerosas? A todas essas questões e a muitas outras os pesquisadores forneceram respostas muitas vezes surpreendentes. O que vemos, então, é uma história da medicina na qual o jejum já foi praxe, mas que atualmente privilegia uma visão de corpo humano como um mero conjunto de peças intercambiáveis, em detrimento de abordagens mais globais e sistêmicas. Mesmo em países ocidentais desenvolvidos, a medicina moderna enfrenta vários limites. Face a essa constatação, a prática do jejum, tão antiga, surge como uma possível nova terapia. E, de quebra, em uma cultura materialista, gulosa e consumista ao extremo, o renascimento do jejum coloca uma questão paradoxal: Menos pode ser mais? -
A biblioteca da meia-noite
R$59,90"A Biblioteca da Meia-Noite é um romance incrível que fala dos infinitos rumos que a vida pode tomar e da busca incessante pelo rumo certo. Aos 35 anos, Nora Seed é uma mulher cheia de talentos e poucas conquistas. Arrependida das escolhas que fez no passado, ela vive se perguntando o que poderia ter acontecido caso tivesse vivido de maneira diferente. Após ser demitida e seu gato ser atropelado, Nora vê pouco sentido em sua existência e decide colocar um ponto final em tudo. Porém, quando se vê na Biblioteca da Meia-Noite, Nora ganha uma oportunidade única de viver todas as vidas que poderia ter vivido. Neste lugar entre a vida e a morte, e graças à ajuda de uma velha amiga, Nora pode, finalmente, se mudar para a Austrália, reatar relacionamentos antigos – ou começar outros –, ser uma estrela do rock, uma glaciologista, uma nadadora olímpica... enfim, as opções são infinitas. Mas será que alguma dessas outras vidas é realmente melhor do que a que ela já tem? Em A Biblioteca da Meia-Noite, Nora Seed se vê exatamente na situação pela qual todos gostaríamos de poder passar: voltar no tempo e desfazer algo de que nos arrependemos. Diante dessa possibilidade, Nora faz um mergulho interior viajando pelos livros da Biblioteca da Meia-Noite até entender o que é verdadeiramente importante na vida e o que faz, de fato, com que ela valha a pena ser vivida. “Uma celebração entusiástica do poder que os livros têm de mudar vidas.” – Sunday Times “Um cenário de possibilidades ilimitadas, de novos caminhos trilhados, de novas vidas vividas, de um mundo totalmente diferente disponível para nós de alguma forma, em algum lugar, pode ser exatamente do que precisamos nesses tempos difíceis e turbulentos.” – The New York Times “Um romance extremamente original e instigante sobre a importância de valorizar a vida que você tem.” – Independent “Instigante e inspirador. Explora a nossa relação com o arrependimento e com o que realmente faz uma vida ser perfeita.” – Harper’s Bazaar “Uma história sobre segundas chances e viver com arrependimentos. Muito envolvente.” – Stylist “Eu amei A Biblioteca da Meia-Noite. Ele condensa coisas importantes e tristes – morte, saúde mental, filosofia existencial – em um livro excepcional, prazeroso e de aquecer o coração.” – Pandora Sykes " -
Posso pedir perdão, só não posso deixar de pecar
R$60,00Primeiro livro escrito por Fernanda Young é um romance de formação que antecipa a voz de uma artista provocadora e original
O inédito Posso pedir perdão, só não posso deixar de pecar foi o primeiro livro escrito por Fernanda Young (1970-2019), aos 17 anos, e também o último a que ela se dedicaria, revendo os originais para a publicação mais de três décadas depois.